Alcoolgel: para sua vida brilhar

15/09/2011

Bom dia, sua linda, bom dia, seu lindo!

Filed under: Uncategorized — Fabio Scorsolini-Comin @ 10:15 PM

Eu sei que faz muito tempo que eu não escrevo aqui… desde fevereiro! Relutei e ensaiei bastante para retomar a escrita do blog. Interrompi e retomei várias das minhas escritas, foi assim com a poesia, com o conto, com o texto acadêmico e agora com o blog. Blog é diferente de tudo. Mas um recente comentário que recebi me fez ter vontade de retomar esse espaço, sem cobrança de frequência ou de linearidade. Afinal, a vida já está cheia dessas regras e não vou aqui seguir os padrões que já temos que seguir, de um modo ou de outro.

Há algum tempo, tenho percebido que as pessoas tem usado muito o pronome possessivo “sua”/”seu” para se referir a coisas que, aparentemente, não lhes pertencem. Por exemplo: bom dia, quinta-feira, sua linda! Fim de semana, seu lindo! Textos para a prova de amanhã, seus lindos! Fim de tarde com sol cor de rosa, seu lindo! Chuva gelada no calor dos trópicos, sua linda! E por aí vai. Eu poderia colocar aqui uma lista imensa de pronomes usados no facebook. Vou me atrever a destacar para quem eu usaria esses pronomes:

Maria Bethânia, sua linda, me fez chorar ontem umas três vezes, depois passou como febre antes de dormir. Tulipa Ruiz, sua linda, encheu o meu dia de cor, de poesia e de vontade de sair por aí cantando os seus versos, descompromissado e absolutamente feliz. Céu azul, seu lindo, por me deixar ficar te olhando enquanto faço mil coisas ao mesmo tempo, inclusive escrever sobre você. Geisa, minha amiga, sua linda, por se fazer presente mesmo tão distante, por me fazer dar risos enquanto ouço a vida séria dar os seus sermões. Meus amigos, seus lindos, que saudades de tudo! Minha cachorra, sua linda, por me dizer que a vida é mesmo muito simples, questão de comida, descanso, paz e carinho, prometo que vou tentar simplificar tudo, sua inteligente.

O que você chamaria de seu/sua, hein? E de sua e seu, a vida está mesmo cheia. Acho que a questão não é apenas um modismo de linguagem, mas de trazer para si as coisas ou as pessoas que realmente importam. Chamar a responsabilidades das coisas para si ou libertar-se de possessivos e ficar mais leve, menos de cara feia com a vida, com mais chance de ver as várias possibilidades que existem e que estão meio que dormindo (ou fingindo dormir). Oportunidade, sua linda, acorde e venha me abraçar. Vejo possibilidades, vejo caminhos, vejo aquilo que o meu (ou o seu) coração quiser. Saudade, sua necessária, dá um tempo para eu conseguir entender tudo o que está acontecendo. Pronomes, seus tolos, vocês não vão me iludir, vão me iludir, e assim caminha a gramática da vida, sua indecifrável.

Bom dia a todos, seus/suas leitores/leitoras!

07/02/2011

Começar a semana com amizade

Filed under: Uncategorized — Fabio Scorsolini-Comin @ 8:33 AM

Já falei sobre amizade algumas vezes aqui no blog. Mas falar sobre amizade nunca é demais. Este fim de semana eu estava caminhando e resolvi ligar para uma grande amiga minha. E a saudade dela era tão grande que comecei a chorar, ali, em meio à caminhada. Parei de andar, sentei na sarjeta e conversei gostosamente com ela por mais de uma hora. E essa conversa me fez ter a certeza de que estamos sempre em transição e que não há resposta definitiva, escolha definitiva e nem destino certeiro. Convivemos por oito anos e passamos juntos por muitas transformações: sair de casa, cursar uma faculdade, conseguir o primeiro emprego… transitoriedades, sim, mas que nos marcaram. Trabalhamos juntos, sofremos juntos, dividimos nossas conquistas, despedimo-nos da cidade que marcou o nosso encontro, nos idos de março de 2002. E tenho certeza que você deve ter alguém aí para se lembrar neste dia especial.

Falamos do tempo em que trabalhávamos juntos, falamos da nossa adaptação (cada um à sua nova cidade), do tempo que demora para nos sentirmos em casa e do fato de nem sempre podermos levar todos aqueles que amamos para o nosso lar, a nossa rotina. Eu penso nela todos os dias. Ela pensa em mim todos os dias. Foi então que eu pensei que a gente não está tão distante assim. As distâncias tão exploradas no ensino, no namoro, no casamento, nas estradas, enfim, devem ser relativizadas. Todos nós podemos nos distanciar, nos aproximar, ficarmos juntos, e isso não depende só da geografia.

A vida é longa (repito isso com muita alegria), nossas passagens são transitórias, nos trazem coisas boas, nos levam outras, mas conservam em nós os momentos mais especiais e as pessoas que mais amamos. Não vou reclamar por estar longe de você, Geisa. Vou me lembrar do seu sorriso e do modo como você ilumina a minha vida, mesmo estando em outro estado. A vida foi bem generosa com a gente. E isso é a nossa gratidão.

Se seu amigo estiver aí próximo, não deixe de lhe dar um abraço, um beijo, um carinho. Se ele está longe, não encontre barreiras: ligue, dê um toquinho no celular, mande mensagem de texto, email, carta, sinal de fumaça! Não deixe que o dia termine sem que essa pessoa tenha a certeza de tudo o que representa na sua vida. Eu não vou deixar passar.

Beijos e uma semana repleta de muitas alegrias e amigos para celebrar!

Fabio.

06/02/2011

Alguns motivos para ir ao cinema sozinho

Filed under: Uncategorized — Fabio Scorsolini-Comin @ 9:04 PM

Algumas coisas são tabus em nossas vidas, não importa qual seja nosso grau de instrução ou nosso nível de consciência sobre a realidade. Algumas coisas simplesmente são ou não são. Sempre achei que cinema fosse coisa para frequentar com alguém. Das vezes que fui ao cinema sozinho foi como se as pessoas olhassem e dissessem: nossa, ele está sozinho! nossa, ele não tem ninguém para acompanhá-lo! que triste ir ao cinema sozinho, ainda mais de fim de semana! Se fôssemos olhar para as estatísticas (há estatísticas para tudo, deve ter para isso também), comprovaríamos que a maioria das pessoas que vão ao cinema aos finais de semana são casais. Quem quiser ver um casal, experimente ir ao cinema no sábado ou no domingo à noite (já fiz isso só para analisar esse aspecto). Uma pessoa desacompanhada neste ambiente, muito provavelmente, vai ser facilmente identificada, tal como um peixe fora d’água.

E quem disse que cinema aos fins de semana é programa para casais? Obviamente que eu não estou falando das sessões de matinê de R$ 2,00 (as famílias com mais de 3 filhos adoram essas sessões, nem que seja reprise de Avatar). Ir ao cinema sozinho pode ser uma boa oportunidade para muitas coisas, vamos a elas:

(1) Uma chance de você estar sozinho mesmo, pensando somente em si, agradando apenas a si mesmo, de maneira mais solta, mais leve, menos comprometida ou com necessidade de agradar mais alguém. O bom de estar sozinho é ter responsabilidade apenas com o que você quer. Individualista demais? Ah, é só um fim de semana, todo mundo merece!

(2) Você não precisa dividir a pipoca ou o refrigerante. Se você estiver sem grana, pode fazer dessa pipoca o seu almoço ou o seu jantar. Não que isso seja saudável, mas um fim de semana fazendo isso não vai torná-lo obeso, hipertenso ou diabético. Permita-se!

(3) Você pode aproveitar muito a sessão sem ninguém para distrai-lo com um beijo, um comentário, uma risada escandalosa ou qualquer coisa do gênero. E se estiver solteiro, pode ser, talvez (nunca dá para saber essas coisas) que encontre alguém lá na mesma situação que você: sozinho. E daí o programa que você foi para curtir sozinho pode ficar, de repente, compartilhado. Eu escrevi que ir ao cinema não me parecia um programa ideal para ir sozinho, mas não disse nada a respeito de como você vai sair da sessão.

Brincadeiras à parte, estar sozinho pode ser muito bom, se você estiver precisando disso para se autoconhecer e também para valorizar mais as suas companhias e as coisas que você pode – ou não – fazer: sozinho ou acompanhado. Se estiver sozinho, vá ao cinema. Se estiver acompanhado, vá ao cinema. Olhar a vida ampliada na tela – seja ela real ou fictícia – pode ser um bom divertimento para o fim de semana, independente do seu status ou das coisas que você deseja. Só não vale querer fazer isso sozinho sempre.

Mas a parte da pipoca é verdade.

Beijos e boa sessão,

Fabio.

28/01/2011

Pare de olhar somente para a grama do vizinho

Filed under: Uncategorized — Fabio Scorsolini-Comin @ 9:00 AM

A grama do vizinho pode ser sim mais verde que a nossa. Não porque o vizinho seja um sortudo ou porque a natureza lhe seja mais favorável. Talvez seja pelo fato de ele ser mais cuidadoso com o seu jardim, regar mais as suas plantas, cuidar mais daquilo que é de sua responsabilidade. E enquanto a gente avista a grama do vizinho e a admira, esquecemos que temos um jardim todo para cuidar. Às vezes é mais fácil olhar para o lado e ver o que o outro possui, o que o outro conquistou, lamentar, chorar, atribuir causas místicas à nossa desgraça ou à nossa falta de sorte. Geralmente não temos exatamente aquilo que admiramos. Mas temos sim a capacidade de ir atrás, correr e conseguir o que quer que seja (também não vale perder o rumo e desejar o impossível). Enfim, cuidar da própria grama é uma forma de torná-la verde. Daí não fará sentido algum olhar a do vizinho ou querer saber o que ele faz com ela.

Não adianta reclamar, as coisas não são fáceis para a maioria das pessoas (por mais que pareça o contrário). As musas da novela também ralam, ouvem nãos e gastam milhões em um nariz para poderem estar no horário nobre. Não deve ser fácil. Então não vale a pena ficar esperando um cataclisma para agir, a chuva para reforçar o seu alicerce ou uma promoção no emprego para você começar a se dedicar mais à sua grama.

Isso não significa que a resposta ou a ação estejam centradas unicamente em você – vivemos em uma sociedade, em uma cultuta, em diferentes contextos de desenvolvimento. Assim, trazer para a si a responsabilidade de ser feliz pode não ser a tarefa mais simples de realizar. Partilhe esse desejo com tantas outras pessoas. Divida aquilo que nem sempre é inteiro. E saiba olhar para si e para o seu jardim com mais amor, mais paciência e também mais possibilidades de uma nova vida nascer. Que tal cultivar a sua grama a quatro ou seis mãos?

Beijos,

Fabio.

11/01/2011

O que você vai se dar de presente hoje?

Filed under: Uncategorized — Fabio Scorsolini-Comin @ 2:27 AM

“Um bolo de desaniversário pra mim. Pra quem? Pra mim. Pra ti. Um bolo de desaniversário pra ti. Pra mim? Sim sim. Ó sim! Vamos nos cumprimentar com uma xícara de chá. Um desaniversário pra ti!”. É com essa canção, do filme Alice no país das maravilhas, que comemora-se o desaniversário. E o desaniversário nada mais é do que o dia no qual não é comemorado o nosso aniversário. Assim, temos apenas um aniversário ao ano, o qual comemoramos de diferentes modos. Mas também temos 364 dias de desaniversário. Sendo assim, por que também não comemorá-los? Pode ser com chá, com festa, com os amigos, com um presente, com um cineminha, uma volta no quarteirão, com um pensamento diferente.

E aí, André, que tal tomarmos um chá hoje? Vamos comemorar o desaniversário, oras! Presentear-se é fundamental para todos nós.

Vivemos em uma cultura que dá espaço sim para o prazer, mas um prazer que vem, na maioria das vezes, associado a uma conquista ou a um benefício, quase como um reforço para a nossa culpa. Desse modo, pode passear quem trabalha, pode ficar mais tempo de férias quem faz mais horas extras, pode comemorar quem se dedica, pode desaniversariar quem faz por merecer. E o que seria este merecimento? Na maioria das vezes, esse merecimento é estipulado por um outro com um intuito claro de nos controlar. Quem tem o controle é quem pode controlar o prazer do outro. Mas não precisa ser assim no nosso mundo interno. A lógica pode ser a seguinte: você pode se presentear mesmo quando não fizer nada de extraordinário. Pode dar-se um presente pelo simples fato de estar vivo, de amar a vida.

Não é preciso dinheiro, status e nem uma mudança avassaladora para podermos nos sentir especiais. Podemos tornar especiais quaisquer momentos vividos. Podemos tornar especial uma visita a um amigo, um dia de trabalho, uma tarde em que você ficou desenhando, um dia no qual resolveu fotografar a sua cidade e a sua gente, enfim. Presenteie-se com possibilidades, com encontros, com a compra de um livro no sebo, de um novo chinelo, com o que te fizer bem. Se você tiver dificuldade de definir aquilo que te faz bem, dê-se de presente um tempinho sozinho, para reflexão. Com um pouco de esforço e carinho pela sua vida, não vão faltar motivos para você celebrar muitos e muitos desaniversários. O meu presente de hoje foi poder escrever aqui e saber que pelo menos alguém poderá me ouvir.

Beijo carinhoso a todos!

Fabio.

 

07/01/2011

Quanto tempo dura a fase de adaptação?

Filed under: Uncategorized — Fabio Scorsolini-Comin @ 9:34 PM

Antigamente, os pesquisadores acreditavam que a gente se desenvolvia muito quando era criança, desde o nosso nascimento, ao passo que íamos nos estabilizando ao longo do tempo. Quanto mais chegávamos à fase adulta e à velhice, menos nos desenvolvíamos. Atualmente, essa ideia vem sendo bastante criticada, uma vez que se compreende que o desenvolvimento ocorre ininterruptamente. O que temos são fases críticas, são momentos de crise e, especialmente nessas oportunidades, podemos nos desenvolver de modo mais expressivo que em outras fases. Mas o fato é que somos seres fadados à adaptação. Nós nos adaptamos todos os dias. Mas não é porque conseguimos nos adaptar que temos, necessariamente, que nos adaptar a tudo, e mais, não precisamos nos adaptar de modo imediato.

Um novo emprego, uma nova cidade, um novo amor, uma nova configuração familiar, uma mudança de planos, tudo isso nos leva à adaptação. O que eu quero dizer é que não precisamos nos cobrar para que essa adaptação ocorra de modo rápido e sem maiores crises. Obviamente, quando mudamos para algo que seja melhor, é mais fácil nos adpatarmos. Mas nem sempre. Para passarmos de uma fase a outra, precisamos elaborar alguns lutos importantes: do emprego que ficou para trás, do chefe chato que não mais nos aflige, dos amigos que ficaram em outra cidade, das facilidades que existiam na outra cidade, e até mesmo das dificuldades que enfrentava em seu dia-a-dia. É preciso que tenhamos consciência das coisas que mudaram em nossa vida e pensar de que modo poderíamos favorecer essa mudança. Refletir sobre ela é uma das dicas. Mas a mais importante é que não temos que nos cobrar. Não temos que nos dar um prazo para nos dizer: enfim, adaptados! Estar em fase de adaptação pode ser uma forma de nos cobrar menos, de nos culpar menos e de nos abrirmos, de fato, às novas possibilidades. A mudança não tem que ser um processo traumático e irreversível. Tem que ser um processo normal da vida. Mudar é preciso, viver é preciso, respirar é preciso e dar-se tempo para a adaptação nossa de cada dia é também fundamental para mudar e também para viver.

Beijos a todos e boas mudanças!

Fabio.

05/01/2011

Atualizando os mapas

Filed under: Uncategorized — Fabio Scorsolini-Comin @ 10:51 AM

E novamente assisti ao filme “Divã” (Brasil, 2009). É bem verdade que o assisti da primeira vez pelo fato de ser psicólogo e achar que algo iria me interessar na história. Liberto de expectativas, conheci o filme. E ele me interessou para além do fato profissional. E hoje, resolvi assisti-lo novamente. A mesma história? Não, nunca a mesma história e nem o mesmo expectador. Por isso é que a nossa vida podia ser um filme. Um filme leve e denso, assim como a nossa vida. Duro, com perdas, com alegrias, assim como também deve ser a nossa vida.

Várias cenas ficaram em minha mente: a personagem Mercedes dançando foi uma delas. Quem já se sente com um pouquinho a mais de idade vai entendê-la perfeitamente. Outra cena marcante é quando a amiga (interpretada por Alexandra Richter), prestes a morrer vítima de câncer, pede que Mercedes a maqueie, pois ela não queria ser vista com cara de doente pelo marido. E daí a gente pode passar um post inteiro pensando no modo como a gente nem sempre se permite estar triste, chorar, sentir-se solitário, aparecer sem pó, sem batom, sem esconderijos. Em um mundo que cada vez mais prega a agilidade, a rapidez, o acúmulo, a pressa, acaba sendo cafona parar para chorar um pouco. Acaba sendo piegas emocionar-se – ainda mais com um filme que não é propriamente um drama. E daí a gente esconde o que sente, engole o choro e espera uma hora certa de colocar “aquilo” para fora. Mercedes chorou com um frango em promoção no supermercado. E quem somos nós para dizer que isso não é possível?

O que fica, por incrível que pareça, é a mudança, é o fato de a gente estar sempre mudando, ainda que possamos nos reconhecer como sendo os mesmos. Nem mesmo os mapas são permanentes (quem tem um GPS pode testemunhar isso). Novas rotas, novos caminhos, novas pontes, desvios, obras, novos destinos vão se abrindo ou se fechando à nossa frente. Cabe a nós termos coragem para trilhar esses caminhos novos, não com a bagagem que trazemos, mas com o desconhecimento que nos faz sempre aprendizes. De quê? De nós mesmos. Aprenda sinônimos de balada, vibe e irado. Pode ser só o começo.

Um beijo para todos,

Fabio.

04/01/2011

Trabalhando nas férias (dos outros)

Filed under: Uncategorized — Fabio Scorsolini-Comin @ 3:14 AM

Este texto é dedicado àqueles que vão trabalhar enquanto a maioria das outras pessoas estarão de férias. E não é dedicado apenas àqueles que não estão de férias porque “sim”, mas também àqueles que trabalham, fundamentalmente, durante o período em que o restante dos mamíferos estão aproveitando o sol, a praia e os prazeres do bom viver. Para quem vai trabalhar no período universal da preguiça, essencial mesmo é não ligar para isso. As férias, o descanso e o trabalho, assim como a própria vida, são organizados em ciclos, de modo que agora pode ser a sua vez e daqui a seis meses, não mais. Isso para o lado bom e para o lado não tão bom assim. Trabalhar é crucial nesse processo todo. Vamos lá, mãos à obra!

Para começar, você precisa de foco (repita comigo, três vezes). Precisa saber por que está trabalhando, e não apenas porque não está de férias. Não vale dizer que suas férias vencem em outubro ou que vive de artesanato na praia, então esta é a época mais rentável. Tem que saber o sentido de estar trabalhando. Para além do dinheiro, OK? Depois disso, veja nesse trabalho uma possibilidade de dar sentido a diversas coisas na sua vida, uma forma de se alegrar, de produzir mais, com determinação. Muitas boas ideias surgem nesse período (assim como no restante do ano), muitas demandas podem ser levantadas (assim como no restante do ano), muitas conquistas podem começar agora (assim como no restante do ano). Sendo assim, a dica é simples: dedique-se ao trabalho, ao aprendizado e à inovação, independente do tempo, do mês, do dia, do ano. Assim, quando chegarem as suas férias, de fato, você poderá aproveitá-las com mais entusiamo. E daí eu publicarei um post sobre o foco nas férias e o significado das mesmas em nossas vidas! Repita comigo: foco, foco, foco. Pare de ler o blog e arranje o seu foco! Risos.

Abraços,

Fabio.

03/01/2011

Começar um novo ano não é sempre a mesma coisa

Filed under: Uncategorized — Fabio Scorsolini-Comin @ 8:36 PM

E lá está você, dia 03 de janeiro, criando forças para trabalhar de novo (meu caso), ou então começando as suas merecidas férias. É bem verdade que uma hora ou outra a gente acaba se cansando – de descansar demais ou de trabalhar demais. Janeiro sempre vem com qualquer coisa de preguiça no ar. Não há férias ou intervalo entre um ano e outro. Assim, não dá para ter férias de 2010 sem já estar em 2011. E assim como a vida, as coisas vão acontecendo sem que a gente tenha que ficar pensando nelas o tempo todo, as horas correm, os momentos se sucedem e a gente não pode é se perder nesse processo todo.

2011 começou (aqui onde estou, com chuva) e já podemos “entrar” no ano sem esperar o carnaval ou um acontecimento maior. O ano está aqui conosco e temos que vivê-lo, temos que começar a vivê-lo. Para quem gosta de planejar, é hora de colocar no papel as suas intenções, as conquistas que pretende alcançar, as coisas que deseja realizar, os seus compromissos – consigo e com os outros. Para quem não gosta de planejar, é hora de já ir vivendo, de mansinho, e ver o que o ano novo lhe reserva. Nos dois casos, o importante é ter em mente que um ano não é bom ou ruim por si só, mas que depende fundamentalmente de nós transformá-lo em uma oportunidade. Janeiro é um mês em que muitos empregos se abrem, em que jovens prestam as fases finais dos vestibulares, em que muitas pessoas estão  mais dispostas para o amor, em que se pode viajar, em que se pode viver com tranquilidade. Você é que encara o seu janeiro como um começo de ano ou como um fim de 2010. A escolha, novamente, é sua.

Seja qual for a sua opção, começar um novo o ano é sempre uma nova proposta de vida. Aprendemos a cada ano um pouco mais, o que faz com que tenhamos mais ferramentas para colorir este janeiro de um modo diferente, mais sensato, menos afoito, com mais planejamento, mais carinho e mais verdade. Como aqui faz chuva, vou começar o meu ano com muito sol, com esta imagem linda do Rio de Janeiro. Esta é a minha escolha para este dia 03. Desejo que você possa ver quantas possibilidades estão se abrindo nessas águas de janeiro. E que 2011 seja um ano de mergulhos em águas novas e repletas de descobertas incríveis. Vamos mergulhar juntos?

Abraços de 2011,

Fabio.

02/01/2011

Os números de 2010

Filed under: Uncategorized — Fabio Scorsolini-Comin @ 10:35 PM

Queridos leitores e amigos,

quero compartilhar com vocês alguns números referentes a 2010 e agradecê-los por mais este ano de companhia! Já acertamos duas dezenas da mega-sena (no úlltimo post do ano), já falamos sobre vários assuntos, pensamos, refletimos, mudamos, descobrimos outras possibilidades para a nossa vida. E que em 2011 possamos escrever sobre tantos outros assuntos novamente, sempre com olhares diferentes. Muito obrigado a todos vocês! Fabio.

Os duendes das estatísticas do WordPress.com analisaram o desempenho deste blog em 2010 e apresentam-lhe aqui um resumo de alto nível da saúde do seu blog:

Healthy blog!

O Blog-Health-o-Meter™ indica: Uau.

Números apetitosos

Imagem de destaque

Um navio de carga médio pode transportar cerca de 4.500 contentores. Este blog foi visitado 16,000 vezes em 2010. Se cada visita fosse um contentor, o seu blog enchia cerca de 4 navios.

Em 2010, escreveu 57 novo artigo, aumentando o arquivo total do seu blog para 95 artigos. Fez upload de 67 imagens, ocupando um total de 8mb. Isso equivale a cerca de 1 imagens por semana.

O seu dia mais activo do ano foi 7 de julho com 300 visitas. O artigo mais popular desse dia foi Depois do dia internacional da mulher.

De onde vieram?

Os sites que mais tráfego lhe enviaram em 2010 foram twitter.com, mail.yahoo.com, orkut.com.br, google.com.br e blogger.com

Alguns visitantes vieram dos motores de busca, sobretudo por chuva, 2012, frida kahlo, profiteroles e abada

Atracções em 2010

Estes são os artigos e páginas mais visitados em 2010.

1

Depois do dia internacional da mulher março, 2010
2 comentários

2

E se o mundo não acabar em 2012? novembro, 2009
3 comentários

3

Vista o seu abadá e siga o seu trio abril, 2010

4

Tirando férias… para mudar julho, 2010
3 comentários

5

São as águas de março fechando o verão… março, 2010

Próxima Página »

Tema: Rubric. Blog no WordPress.com.

Seguir

Obtenha todo post novo entregue na sua caixa de entrada.