Rapidinho, igual chuva de verão

A quem interessar possa, ontem tomei a primeira grande e boa chuva do ano. Ao sair para caminhar e ver o tempo fechado, tratei de abrir no rosto a vontade de sair perambulando por aí. A chuva veio, fiel à sua necessidade de cair, estava muito fria e tratei de me desviar de todas as proteções e telhadinhos possíveis para recebê-la de modo mais intenso. Frio nas costas,  ensopado por dentro e por fora, não há motivos para correr da chuva. Eu corri para a chuva. E, de repente, foi a melhor coisa do dia. Recomendo para quem nunca fez isso ou para quem já esqueceu da sensação de estar vivo.

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Autor: Fabio Scorsolini-Comin

Psicólogo, mestre e doutor em Psicologia pela Universidade de São Paulo (USP). Atuo como professor universitário e, nas horas vagas ou não, tenho como companheira a literatura. Este blog se destina a interessados em literatura, Psicologia, comportamento e toda sorte de assuntos que rendam uma boa conversa.

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